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007 - Quantum of Solace
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 09-11-2008 19:27

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Nada mais justo do que utilizar esta pré-crítica a fim de demonstrar o carinho que sinto pela série “007, uma vez que, como crítico de Cinema, jamais tive a oportunidade de fazê-lo, haja visto que nunca havia criticado um outro filme da saga anteriormente (exceto “007 – Cassino Royale” onde eu realizei um breve comentário sobre o mesmo). Quando escrevi sobre “Os Caçadores da Arca Perdida” fiz questão de deixar bem claro que nunca fui, e continuo não sendo, um grande fã da saga “Indiana Jones”, apesar de reconhecer todos os acertos da mesma. No mesmo texto mencionei o meu fanatismo incondicional pelas franquias “Guerra nas Estrelas”, “De Volta Para o Futuro” e “007, uma vez que, não fosse pelas mesmas, jamais nutriria o amor que hoje em dia nutro por Cinema e nunca seria capaz de apreciar a filmes de cineastas como Kubrick, Fellini, Antonioni, Leone, Bergman, Kurosawa, Renoir, Truffaut, Bresson e muitos outros. Sendo assim, só tenho a agradecer à maravilhosa saga “007 e, mesmo que este 22° episódio da mesma tenha se revelado um dos piores filmes de toda a franquia, é uma honra incontestável poder criticá-lo durante a época de seu lançamento nos cinemas. Vamos à análise então.

 

 

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Max Payne
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 23-10-2008 17:34

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Max Payne” era um dos jogos de computador mais populares durante a época em que “Grand Theft Auto – Vice City” liderava os rankings de vendas mundiais, sendo assim, era mais do que óbvio que muito em breve teríamos uma obra cinematográfica baseada no game para PC. Diferentemente das demais obras do gênero, que confesso só não passar longe por motivos profissionais, nutria alguma expectativa de que este longa, dirigido por John Moore, fosse, ao menos, um interessante filme de entretenimento. Ledo engano. Além de chato, arrastado e cansativo (confesso que fiz um grande esforço para não cair no sono durante a sessão), “Max Payne”, seguindo a contra-mão do jogo que lhe inspirou, não se mostra nem um pouco inovador, muito pelo contrário, é plágio descarado de muitas outras obras cinematográficas produzidas entre os anos 80 e 90, conforme o leitor poderá constatar na crítica infra.

 

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Busca Implacável
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 19-10-2008 21:45

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Eu sei que este será o típico comentário de um indivíduo que acabara de falhar na tentativa de ter uma ereção com uma mulher entre quatro paredes, mas é justamente o que estou sentindo no exato momento, estou com aquela incômoda sensação de que “isto nunca me aconteceu antes”. “___Isto o quê?”. Pergunta-me o leitor. A falta de inspiração em escrever um texto a respeito do filme que acabei de assistir. Posso ter inúmeras falhas como crítico de Cinema, mas creio que do mal da falta de inspiração não sofro. Independentemente do que penso sobre uma determinada obra cinematográfica, no que diz respeito à qualidade da mesma, sempre encontro o mínimo de inspiração necessária a fim de escrever sobre esta, fato que não ocorreu comigo logo após o término deste “Busca Implacável”. O que falar de um filme que, a meu ver, não fede e não cheira (na verdade cheira um pouco mais do que fede)? Pois é, encontro-me neste dilema no exato momento, mas enfim, farei o possível para ilustrar ao leitor a minha opinião sobre o mesmo.

 

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As Duas Faces da Lei
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 15-10-2008 00:31

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Para todos aqueles que se dizem fãs de Robert De Niro e Al Pacino, não há nada mais compensador do que vê-los atuando juntamente, dividindo a mesmíssima cena. Destarte, todo filme que traga as duas maiores lendas vivas de Hollywood (no que diz respeito à profissão de ator, é claro) reunidas merece ser conferido, nem que as únicas qualidades deste residam na atuação de ambos. Se ainda levarmos em conta que é cada vez mais raro este tipo de reunião ocorrer (uma vez que, segundo alguns tablóides, De Niro e Pacino não se simpatizam muito), uma obra que traga como principal ingrediente esta magistral dupla de atores ganha muitíssimo crédito e torna-se obrigatória a qualquer um que se diga amante das Artes Cênicas. Em 1.995 os fãs do (bom) Cinema puderam conferir o desempenho de ambos os atores no ótimo “Fogo Contra Fogo” que, além de nos brindar com uma magnífica dinâmica desenvolvida pela dupla, possuía um roteiro muito bom e uma interessante direção de Michael Mann. Infelizmente este “As Duas Faces da Lei” não obteve o mesmo êxito que o longa da década passada e ficou bem aquém do que podia se esperar de uma obra protagonizada pela dupla de atores vivos mais fantástica de Hollywood. 

 

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Super-Heróis - A Liga da Injustiça
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 09-10-2008 00:24

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Da mesma forma que não almejava assistir a “Violência Gratuita” por não gostar nem um pouco do rumo que os filmes de suspense estão tomando atualmente, também não almejava assistir a este “Super-Heróis – A Liga da Injustiça” (definitivamente, o título nacional mais ridículo de todos os tempos), pelo mesmíssimo motivo (com a diferença de que este último diz respeito ao fato de eu detestar os filmes de comédia atuais, é claro). Entretanto, o longa de Michael Haneke me surpreendeu bastante, diferentemente desta bomba de Jason Friedberg e Aaron Seltzer que se revelou exatamente aquilo que eu esperava que ela fosse: um lixo fétido e pútrido. Também, o que se poderia esperar de uma obra cujo título nacional é “Super-Heróis – A Liga da Injustiça”? A propósito, qual é a congruência do título com a obra em si, uma vez que o alvo principal do longa não é os filmes de super-heróis? Pois é, que os títulos nacionais estão cada vez mais ridículos, isso não se tenha dúvida, agora, os tradutores não precisavam baixar tanto o nível, não concordam? Enfim, antes o único defeito desta porcaria fosse o título nacional, ou o título original que seja, ao menos a experiência teria se saído um pouco mais tolerável do que se saiu.

 

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Violência Gratuita (2008)
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 06-10-2008 11:30

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Não sou um grande fã de filmes sádicos e com teor altíssimo de violência (em especial quando tal violência pode ser encarada como “gratuita” ou desnecessária), sendo assim, detesto a maior parte dos filmes de suspense e horror que alicerçam o seu roteiro nas gigantescas quantias de sangue derramadas durante o seu desenrolar e é justamente por esta razão que eu não almejava assistir a este “Violência Gratuita”, uma vez que o fiz apenas  por motivos profissionais. Contudo, não há como negar que o mesmo se revelou uma grata surpresa (devo dizer que não assisti ao filme original produzido em 1997). Em primeiro lugar, o longa é realmente tenso e assustador, em segundo lugar, é um filme narrativamente inovador e está muito além de baboseiras como “O Albergue” e, em terceiro e último lugar, o mesmo se revela uma crítica extremamente bem feita ao modo como a violência é vendida a nós através da Arte (principalmente através da Televisão e do Cinema) e à maneira como esta “venda” influencia nossas vidas negativamente.


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O Nevoeiro
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 22-09-2008 00:02

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Fugindo um pouco do convencional, pretendo fazer desta pré-crítica uma espécie de justificativa para várias das mudanças que passarei a adotar em meus textos a partir de agora. Comecemos pelo tamanho dos mesmos. As últimas críticas que postei neste site possuíam, aproximadamente, cerca de 2.000 palavras, tendo como resultado críticas muito extensas e que, além de tomarem um tempo enorme em meu cotidiano (já que minha vida está mais atribulada do que nunca, impossibilitando com que eu possa dedicar-me muito tempo ao Papo Cinema, que é o que eu mais gosto de fazer), tomam muito tempo também do leitor que, geralmente, não possui disponibilidade o bastante a fim de ler um texto com mais de 2.000 palavras dissertando sobre um determinado filme. Outra mudança que adotarei a partir de agora diz respeito às fichas técnicas dos filmes, uma vez que não tenho encontrado mais tempo para pesquisar o responsável por cada aspecto do longa (direção, roteiro, elenco, direção de arte, fotografia e etc...), irei identificar agora apenas os responsáveis pelas principais características de uma obra cinematográfica, ou seja, diretor, roteirista e elenco. Também realizarei mudanças no que diz respeito ao parágrafo final da crítica, que não mais será um resumo da mesma. Concluí que, uma vez que meus textos passarão a ter, no máximo, 1.000 palavras, a partir de agora, o leitor não terá necessidade de ler apenas um resumo da análise, caso não tenha tempo de ler a mesma inteira, uma vez que 1.000 palavras podem, facilmente, ser lidas em cerca de dois minutos e, convenhamos, 120 segundos de leitura não fazem mal a ninguém. Justificadas às mudanças, vamos agora à análise deste ótimo, embora falho em alguns aspectos, filme de horror.


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O Procurado
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 14-09-2008 22:52

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Corro sério risco, ao criticar o filme em questão, de entrar em total contradição com os meus princípios profissionais. Como crítico de Cinema, jamais deixei de avaliar um determinado filme pondo de lado a condição deste como obra de Arte. Entretanto, não há como negar que Cinema também é entretenimento. Mas mesmo ao analisar um filme como mero entretenimento, deve-se sempre adotar certos princípios ao criticá-lo e, dentre estes princípios, um dos mais importantes é exigir que a obra conte, ao menos, com uma estória bem feita. Ao assistirmos a “O Procurado” não podemos dizer que a estória seja das melhores, afinal de contas, a mesma depende de uma vasta gama de absurdos para funcionar, mas não há como negar que, se a trama não é das melhores, a abordagem que a mesma realiza em cima de seu protagonista é fantástica, e só isso, ao menos para mim, já faz com o roteiro deste longa mereça algum respeito. No mais, a obra também funciona magistralmente como obra de entretenimento e se revela uma diversão mais do que garantida para os que optarem por conferi-la nos cinemas.


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Hellboy II - O Exército Dourado
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 07-09-2008 21:10

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Creio que pela milionésima vez em minha vida repito que não sou, e nunca fui, muito menos pretendo ser, um grande admirador de histórias em quadrinhos. Refletindo muito ultimamente a respeito disso, cheguei à conclusão de que isto se deva, talvez, ao fato de o maior representante de tal forma de literatura ser um personagem politicamente correto demais, além de reavivar o sonho estadunidense e, é claro, utilizar uma fantasia ridícula, cuja cueca vermelha é posta sobre uma vestimenta gritantemente azul (quer algo mais americanizado que isso?). Entretanto, não há como negar que Hellboy, apesar de conter inúmeras falhas e não chegar aos pés de um Batman, se revela um super-herói muito mais interessante que o já mencionado Superman. A criatura, de autoria de Mike Mignola, além de conter uma aparência extremamente grotesca (divergindo do estereotipo do super-herói bonitão e gostosão) é politicamente incorreta e possui diversas falhas em seu caráter, fora o fato de ser odiada pelas próprias pessoas que solicitam a sua ajuda para salvá-las. Isso, é claro, sem mencionar todo mistério e mitologia que envolvem o passado, o presente, e o futuro do protagonista da série. Imagine então um material destes, que já conta com aspectos o suficiente para dar fortes asas à imaginação de seus leitores, somado à criativa mente do mexicano Guilhermo del Toro que, além de ser o responsável por obras fantásticas (em todos os sentidos da palavra) como “O Labirinto do Fauno” e “A Espinha do Diabo”, é fã incondicional de “O Senhor dos Anéis” (tanto que irá dirigir o prólogo deste: “O Hobbit”) e também de mitologia nórdica. Pois é, creio que o leitor já deva ter percebido que, com um roteirista e um diretor como este, “Hellboy II - O Exército Dourado” não poderia deixar de ser um filme menos do que interessante, correto? Correto, mas com algumas ressalvas, conforme o leitor poderá conferir logo mais, na crítica do filme.


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Star Wars - The Clone Wars
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 06-09-2008 12:39

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Estava completamente atrasado (e ainda estou, diga-se) com relação à publicação das críticas dos filmes recentes aqui no Papo Cinema em virtude ao tempo que tive de me dedicar aos textos especiais que estive escrevendo recentemente sobre a saga “Star Wars”. Uma vez finalizados tais textos, nada melhor do que ser demasiadamente oportunista e regressar à sessão “Filmes Recentes” entrando no embalo da saga criada por George Lucas e escrevendo sobre o mais novo episódio desta, cujo título vem a ser: “Star Wars – The Clone Wars”. Quem leu os meus textos sobre os demais episódios da franquia deve ter percebido que, apesar de não conferir nota máxima a nenhum dos filmes, sou fã incondicional dos mesmos, sendo assim, é praticamente impossível eu ser objetivo, deixar o lado fanzóide inerte e, por mais que reconheça que este novo episódio contenha uma infinidade de defeitos, não há como negar o quanto ele conseguiu cativar-me, a ponto de me fazer sonhar com o mesmo durante esta noite (assisti ao longa no cinema, no dia 30 de agosto de 2008 às 19hs da noite).

 

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