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Filmes Clássicos
Indiana Jones e a Última Cruzada
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 01-06-2008 22:32

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"...Quando escrevi a crítica do segundo episódio desta saga mencionei que o roteiro daquele filme havia, ao menos, se preocupado em tornar o personagem mais humano e próximo do público do que o episódio original. Este terceiro episódio parece ter se preocupado ainda mais com isso e optou por transformar o simples aventureiro do primeiro episódio em um personagem extremamente complexo..."



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Indiana Jones e o Templo da Perdição
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 26-05-2008 00:16

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Alternando entre altos e baixos, o saldo final deste “O Templo da Perdição” acaba sendo positivo e, apesar de não poder ser equiparado ao filme que lhe deu origem, não fica muito atrás daquele.



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Os Caçadores da Arca Perdida
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 24-05-2008 16:18

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Ao contrário da grande maioria dos cinéfilos, nunca fui um grande fã da série “Indiana Jones”, nem mesmo durante a minha infância (e olhe que nasci nos anos 80), e mesmo tendo a assistido inúmeras vezes (mais por influência de meu pai do que por vontade própria), jamais consegui me apegar completamente a mesma. Séries como “Guerra Nas Estrelas”, “Superman”, “Batman” (pois é, nunca fui muito fã de HQs, mas em minha infância adorava os filmes destes dois super-heróis em especial) e, principalmente, “007 e “De Volta Para o Futuro” (o terceiro e último episódio desta saga foi o meu filme predileto até eu completar 12 anos em 1.995). Contudo, ao perceber que, como cinéfilo, tinha a obrigação de conferir o quanto antes o quarto episódio da série (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) que acaba de ser lançado nos principais cinemas nacionais, decidi conferir todos os outros três episódios da saga antes de assistir a este mais recente. Ontem, ao conferir o primeiro episódio da saga (“Os Caçadores da Arca Perdida”) pela quarta vez em minha vida, confesso ter tido uma melhor impressão do mesmo do que a que tive quando conferi o mesmo pela terceira vez, há mais de 12 anos atrás, mas ainda assim, continuo achando o longa superestimado, apesar de ótimo.


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Um Cão Andaluz
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 27-04-2008 20:24

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Já que publiquei a crítica de um dos curtas-metragens mais importantes não apenas da história do Cinema Mudo como também da história do Cinema em si, creio que seja extremamente conveniente publicar a crítica do curta-metragem mais importante de todos os tempos (fato que eu discordo plenamente, apesar de considerar o filme uma obra-prima dadaísta). É claro que estou falando de “Um Cão Andaluz” dirigido por Luis Buñuel e roteirizado por ele e, ninguém mais ninguém menos, que Salvador Dali, considerado o pintor mais importante do Surrealismo. Tentar encontrar um sentido para o filme em si certamente é algo inconcebível, pois este não possuí sentido algum. Provavelmente Buñuel e Dalí almejavam criar uma nova linguagem para o Cinema, ou então tentaram transportar o non-sense do movimento Dadaísta e Surrealista à Sétima Arte. Enfim, independentemente de qual foi a intenção de ambos, o curta é, no mínimo, inovador e só isto faz com que ele mereça ser conferido.


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Viagem à Lua
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 27-04-2008 16:43

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Há muito tempo almejava assistir à obra-prima de Georges Méliès e finalmente tive a oportunidade de fazê-lo ontem (26/04/2008). No entanto, pensei seriamente se seria viável analisar e publicar uma crítica sobre o mesmo ou não. Primeiramente, o problema ao se avaliar um filme como este começaria na simplicidade do mesmo. Nos dias atuais um filme como “Viagem à Lua” soaria algo extremamente tolo e simplório, mas ao avaliar uma película deve-se sempre levar em conta o período em que o mesmo fôra lançado nos cinemas de todo o mundo. Sendo assim, em 1902, uma obra como esta soaria um tanto o quanto ousada e revolucionária (sim, pois o homem só veio a pisar na lua 67 anos depois). Outro problema sério residiria no formato do texto. Sempre utilizo exatas 25 linhas de texto para redigir um artigo, mas como seria capaz escrever 25 linhas sobre um filme de apenas 12 minutos e extremamente simples? Enfim, darei início à crítica e veremos como me sairei (confesso que estou encarando isso como um árduo desafio).


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Hair
 

Por Daniel Esteves de Barros, no dia 23-03-2008 18:54

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Sempre demonstrei forte interesse pela cultura hippie que teve sua origem e fim respectivamente nas décadas de 60 e 70, mas sempre acreditei que o Cinema jamais conseguira retratar tal cultura de maneira realmente convincente. Em 1969, Peter Fonda e Dennis Hopper lançaram um magnífico filme independente chamado “Easy Rider – Sem Destino” e em uma seqüência de pouco mais do que 5 minutos, realizou um retrato bastante convincente, embora não necessariamente perfeito, de uma comunidade hippie. Em 1979, Milos Forman teve quase 120 minutos de filme para retratar o estilo de vida deste tipo de sociedade alternativa e mesmo com todo este tempo disponível, se mostrou menos eficaz que o cult de 1969 se revelou nesta espécie de “estudo social”. No entanto, este “Hair”, mesmo contando com vários defeitos, se mostra um bom filme, conforme analisarei mais abaixo.

 
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